Sessão #49 06/12/2025
5 março 924
No outpost toda a gente conhece a Rhian.
A história do combate com o Redwing, em que ela o matou com a sling.
Ficou conhecida como Gryphon Slayer.
Uma mulher de nome Cath aborda o grupo, com o intuito de se juntar, dizendo que é uma exímia arqueira.
Tentamos contratar elementos com capacidades marciais. Organizamos um torneio de arco e flecha, além de combate corpo a corpo. Três elementos sobressaem, Ronan, Jody e Byron.
Ronan e Byron aceitam ser contratados para se juntarem ao grupo. Compramos suprimentos e equipamentos para os mais recentes membros.
O Van Revils pede ao Fat Olly para lhe obter uma plate armor.
Apercebemo-nos de que existem movimentações no interior do outpost.
O Hob aproxima-se para investigar.
Ao entrar, vê à sua esquerda soldados e milicianos a fazer exercícios de combate.
Junto à mansão do Lorde encontra-se o mesmo, acompanhado pelos seus dois cães, Axe e Sword. Logo atrás está o Cewolf, sem armadura, mas com a sua espada de duas mãos. O Lorde fala para o engenheiro e o stone mason, apontando para a área ao lado da mansão.
Avançando descontraidamente, o Hob é interpelado por três soldados do Lorde, que lhe barram a passagem, perguntando:
O que é que queres, jovem? Desejas alguma coisa? Este sítio é restrito ao pessoal militar.
Mais militar do que eu? Noventa centímetros de militarismo? Sabes o que eu já fiz por este lugar aqui? - responde com um ar muito indignado. 😂
Os guardas ficam muito sérios, fitando o halfling e subitamente, rebentam à gargalhada. 😂
O Hob tenta manter-se calmo, mostrando uma postura séria e remata:
Ah, vocês não sabem… Eu só queria verificar por aqui porque, vocês sabem, como pertenço a um grupo que tem que estar por dentro de tudo o que se passa, como eu vejo pouco do lado do pantano, acho importante dar uma vista de olhos daquele lado.
Ok. - diz um dos guardas - Eu levo-te lá.
O soldado acompanha o Hob até às ameias.
A partir do ponto de vista privilegiado, a cerca de cem metros de altura, conseguiu observar o pântano e fez as seguintes descobertas:
• Observa uma vasta extensão de pântano sem outros pontos de referência visíveis.
• Deteta três colunas de fumo em pontos distantes, a cerca de 40 milhas, que associa a povoações rurais ou primitivas.
• Partilha a informação com o soldado, que confirma que as colunas de fumo devem ser povoações e que deveria ser um bom serviço para o grupo.
• Ao mesmo tempo, ouve o Lorde Frederick a discutir de forma entusiasmada com o stone mason e o engenheiro sobre a construção de uma nova estrutura: uma torre quadrada de 15 metros de altura, com uma cave por baixo. O Lorde manifestou o desejo de que a torre ficasse junto à sua residência.
Satisfeito com o que apurou, retira-se para junto do grupo e partilha as informações obtidas.
Com o cair da noite, recolhemos para as longhouses.
Já não se sente a opressão e o desassossego.
6 março 924
Acordamos com chuva.
O grupo solicita uma audiência com o Lorde para partilhar informações importantes.
Encontramo-lo no exterior, acompanhado dos seus dois cães e do engenheiro, observando a colocação de estacas no chão, enquanto mais dois trabalhadores manuseiam enxada e picareta. Percebe-se que a área terá cerca de seis por seis metros.
O Lorde está estranhamente bem disposto, rindo e com uma postura bastante diferente da habitual.
Revelamos ter encontrado uma mina a menos de 6 milhas do outpost, contendo minérios de ferro e materiais mais raros. O Lorde reconheceu que este era um ponto interessante de recursos.
O grupo sugeriu que o engenheiro ou o stone mason enviassem trabalhadores para reforçar as partes instáveis da mina para que esta pudesse ser usada em segurança por trabalhadores comuns.
Informamos ao Lorde que a ameaça imediata é o covil de babuínos das rochas que se encontra na falésia imediatamente por baixo do outpost.
O Lorde Frederick reafirmou que o propósito de pagar ao grupo é para que eles tratem desses assuntos, e que se o grupo não o fizer, os seus próprios soldados farão o serviço e o grupo não será pago. Ele paga uma moeda de ouro por covil limpo por pessoa.
O Lorde Frederick terminou a interação a rir de novo e perguntando se havia mais alguma coisa em que pudesse auxiliar.
A viagem entre o outpost e o shrine começa durante a manhã do dia 6 de março, sob chuva constante.
O percurso é estimado em cerca de 6 horas, cobrindo aproximadamente 6 milhas em montes e 4 milhas e meia em planície. Ao saírem do outpost, o grupo nota que a sensação de opressão ou desconforto que sentiam anteriormente no local parece ter desaparecido.
Pouco depois de iniciarmos a marcha, apercebemo-nos de que o vento, anormalmente, vindo de diferentes direções, está a soprar em direção ao outpost, proporcionando facilidade de percepção de quem se encontra no local, pois ouve-se tudo o que ocorre nas redondezas, assim como os odores.
Ao descer a encosta íngreme dos montes, o grupo apercebe-se de uma grande alcateia de lobos a cerca de 40 metros de distância, numa área rochosa ligeiramente elevada. Os lobos estavam a alimentar-se de carcaças de cabras muito perto do caminho.
Embora alguns lobos tivessem reagido com rosnados e assumido uma postura defensiva ao olharem na nossa direção, não se aproximaram.
Depois de sairmos da zona de montes e entrarmos na planície, aceleramos o passo em direção ao rio. Ao chegarmos ao baixio do rio, na margem sul, notamos uma quantidade muito grande e recente de marcas de cascos. Estas pegadas, num número considerável, foram identificadas como sendo de cavalos selvagens ou centauros.
Seguimos o rio e após mais algumas horas, chegamos a uma estrutura semicircular de pedra. No seu interior, havia uma escadaria circular de pedra que desce para a escuridão.
Ao descermos e passarmos pela arcada do corredor subterrâneo que conduz ao shrine, Cat sente um aroma agradável a rosas e repara que a sua roupa ficou instantaneamente limpa e lavada. Este corredor leva a uma câmara que se assemelhava a um laboratório de alquimista e que possui um poço.
A Rhian utiliza o laboratório do shrine para iniciar a identificação de itens mágicos.
Foram colocados no laboratório vários artefactos, incluindo gemas, anéis, máscaras de bronze, o martelo e o escudo.
Apenas um objeto se revelou ser mágico: o amuleto de prata e ônix. Nenhuma magia foi detetada nos outros itens.
Rhian iniciou o processo de criação de uma Poção de Cura, um trabalho que consumirá recursos do laboratório ao longo de seis dias.
7 março 924
A Rhian dedicou o dia 7 inteiro a usar o feitiço Identify no amuleto de prata e ônix, um processo que consome cem moedas de prata em materiais do laboratório por cada tentativa de identificação de propriedade.
O amuleto possui três cargas e permite ao utilizador fazer um novo teste de defesa contra magia que tenha falhado, uma vez por dia, desde que esteja a ser usado.
Enquanto Ryan estava ocupada, o restante grupo tentou recolher madeira em aglomerados de árvores próximos para a construção de uma forja. Conseguiram esgotar a madeira disponível sem ter que cortar árvores.
8 março 924
O grupo focou-se em iniciar a construção de uma forja numa das cavernas adjacentes.
Ao tentar extrair blocos de pedra em forma de tijolo das paredes das cavernas, apercebemo-nos que, com as ferramentas disponíveis, não conseguiriam fazer o serviço de forma eficaz e rápida. Para ter sucesso, precisamos de martelos e escopro e de praticar a técnica.
9 março 924
Rhian prossegue com a sua pesquisa no amuleto.
A investigação determina que o amuleto de prata e ônix não tinha mais propriedades mágicas.
O grupo decide permanecer no shrine até dia 12, para descansar e recuperar.
Uma vez concluídas as atividades, o grupo debate os próximos passos.
O plano é regressar ao outpost para finalizar as encomendas com o mercador Fat Olly. que planeia viajar para Valindor no final do mês, pelo que o grupo precisava de garantir que ele levasse a encomenda da plate mail e de medical kits.
A ameaça seguinte e prioritária é o covil dos babuínos das rochas que se encontra na falésia perto do outpost.
O grupo planeia usar uma rede para bloquear as múltiplas entradas do covil. A ideia é estacar a rede na horizontal, a cerca de meio metro do chão, para restringir o movimento dos babuínos e matá-los com flechas e slings a partir de uma distância segura.