segunda-feira, 26 de maio de 2025

Sessão #38 (LotFP)

 

Sessão #38   24/05/2025


Olhamos para o interior e vemos uns degraus a descer. O Van Revils diz que o trabalho foi feito por anões à pressa.


Bran entra, seguido do portador de tochas e restante grupo, fechando a porta atrás.


As escadas desembocam num corredor. Vamos avançando cuidadosamente, procurando por armadilhas. No final do corredor mais uma escadaria a descer.


Este padrão repete-se por várias vezes, como se descêssemos por uma torre.


Por fim, encontramos uma fissura que percorre uma parte de uma escadaria, aparentemente provocada por um tremor de terra.


Várias fissuras surgem durante o percurso.


Desembocamos num corredor que termina numa porta de pedra, a vinte metros. A porta tem uma roldana/manivela.


Rodamos a manivela e escutamos ruídos dentro das paredes. A porta abre e sente-se o ar a circular, cheirando a terra.


Espreitamos pela porta, vemos uma grande galeria, pedras e terra espalhadas pelo espaço, mas sem vislumbrar as paredes. Avançamos para o centro, sentido aragem da nossa esquerda. Chegando ao centro, percebemos que se trata de um corredor gigante. O Van Revils, muito maravilhado, afirma que esta parece ser uma das grandes vias anãs, que ligam duas grandes cidades. Sentido este/oeste.


Seguimos em direção a oeste, que suspeitamos ser para a cidadela anã. Passamos por vários arcos, espaçados quinhentos metros entre eles. Continuamos a ver sinais de tremor de terra.


Encontramos um waypoint que tem uma cisterna vazia.


Numa zona em que existem dois arcos mais próximos do que os anteriores, encontramos à direita, uma porta de ferro.


Bran pede para que verifiquem se a porta está armadilhada.


A porta é aberta, fazendo algum ruído. Fica visível um corredor estreito que se estende por cinco metros, terminando numa escada.


Junto dos dois arcos surgem duas figuras humanas. O Jack saúda as figuras. Elas aproximam-se mais, sem responder. Notam-se tatuagens de azul a pender para o cinzento e os seus olhos encovados e olheiras muito vincadas. Trazem uma pá e uma picareta de fabrico dos anões, todos suados. Urram, levantando os utensílios e carregando sobre nós.


Trocamos golpes e matamos os humanos. De dentro deles saem uns seres parecidos com larvas, com uma boca carregada de dentes. Matamos as larvas, que eram bastante agressivas.


A Rhian recolhe algo de uma das larvas.


Verificamos a zona de onde vieram os homens.


Trata-se de uma galeria enorme onde o piso colapsou. O piso era uma ponte. Ouvem-se vários ruídos que indicam existência de atividade e de uma cascata. Pontos de luz indicam a presença de três fogueiras.


Voltamos para a porta de ferro e descemos a escada. Vêm-se pegadas de alguém pequeno, a subir.


À escadaria segue-se um corredor que vira. O Van Revils diz que estaremos por baixo da grande via. Numa das paredes vemos um símbolo feito recentemente que não reconhecemos. Parece uma marca de território.


Continuamos até nos depararmos com uma porta, semelhante à anterior.


O Bran abre a porta enquanto ouve algo semelhante a uma fala que não entende. Ao abrir a porta os seres silenciam-se e fogem.


Espreitando vê-se uma galeria parecendo uma sala. À direita existe um arco com duas portas caídas e que se estendem num corredor.


Revistamos a sala. O Van Revils encontra um colar de couro com dentes humanos. Ajoelha-se e diz:

  • GOBLINS…


As portas duplas foram arrombadas.


Ouvem-se várias criaturas pequenas a aproximarem-se, acompanhadas por algo grande. Recuamos para o corredor.


Um par de olhos vermelhos surge a espreitar pela porta de ferro.

O Jack percebe:

  • São vários humanos. Têm armas.

E responde: E um elfo!


A porta fecha.


O Van Revils diz que o ser grande terá que passar por outra via. O Jack põe-se à escuta e nada ouve. Abre a porta lentamente. Uma lança passa pela porta e cai aos pés de Bran. Ruídos ecoam pelo corredor, atrás de nós. A porta de onde entramos foi aberta…


segunda-feira, 12 de maio de 2025

Sessão #37 (LotFP)

 

Sessão #37 10/05/2025


Voltamos ao descanso, até mais tarde do que o habitual.


13 outubro


Amanhece. Chuva miúda continua a cair. A visibilidade é reduzida e parece que estamos perdidos.


Caminhamos algum tempo até chegarmos a um rio, que o Hob afirma alimentar o dique da cabeça do anão. Já não estamos perdidos.


Ouve-se um urro, aparentemente humano, proveniente do outro lado do rio e quiçá, do vale.


Procura-se um abrigo, que Hob encontra, para descansar e fugir da chuva.


A caverna permitir-nos-á descansar ao abrigo dos elementos. Parece natural.


Durante o segundo turno de vigia, voltamos a escutar passos, a cerca de vinte metros. Ocultamos a fogueira para não nos detetarem. Ouve-se um segundo ruído, proveniente de um outro ser.


Apercebemo-nos de mais barulho, uma fala parecida com grunhidos e do topo de onde estamos, escuta-se um forte grito de águia que deve ser de grande dimensão.Os seres, que parecem ogres, afastam-se, como a fugir da águia.


14 outubro


Descansamos no abrigo para recuperar da fadiga.


A chuva não cessa de cair.



Ao anoitecer, vemos na penumbra, duas grandes criaturas, mas a chuva não permite identificar, enquanto voam para fora do alcance da vista.


15 outubro


A chuva continua, desta vez acompanhada por trovoada. A temperatura desce consideravelmente. O Van Revils afirma que irá nevar em breve.


Decidimos procurar algum indício que possa ajudar-nos, mas sem nada de relevante.


Contudo, próximo do final do dia, a norte da nossa localização, vemos um penhasco enorme. Numa espécie de socalco, semelhante a um degrau gigante, onde uma criatura muito grande, abre as suas asas, parecendo ter cinco metros de envergadura. É um grifo que parece ter companhia e está a abrigar-se do mau tempo, não sendo o seu covil ali. É bem maior do que o Redwing e a sua coloração é mais cinzenta e negra.


Procuramos um local para nos abrigar, enquanto mantemos vigilância sob o grifo.


Uma vez mais, o Hob salva-nos a pele, encontrando o sítio ideal para o efeito pretendido.


Enquanto a Rhian e o Van Revils fazem vigia, é ouvida uma derrocada a sudeste.


16 outubro


A chuva reduz ligeiramente de intensidade, mas o frio persiste.


O grupo de três grifos adultos e quatro juvenis, sacodem as penas. O adulto maior tem penas cinzas e negras, enquanto os restantes oscilam entre cinza e branco. Os juvenis possuem penas de amarelo torrado e brancas. Os adultos levantam voo para noroeste, seguidos pelos juvenis.


O Hob diz-nos que os grifos andam em grupos familiares, devem ter parado por causa dos juvenis.


Subimos até um ponto mais alto e olhamos em redor. Entre oeste, noroeste, norte e nordeste, vemos a orla da floresta. De oeste a sudoeste vemos montanhas.

Para sudeste, uma mancha escura.


O terreno é muito difícil, as condições climatéricas são adversas e a fauna é extremamente perigosa.


Deixamos de seguir os grifos e rumamos a nordeste.


Entramos numa área de montes rochosos, que exploramos.


No topo de um penedo e apesar da chuva, o Bran vê uma criatura majestosa, completamente branca, um cavalo alado, acompanhado por outras criaturas semelhantes mas de cores diferentes, que pousam num planalto com doze metros de altitude.


Ithil lembra que os pégasos  não são facilmente domados, só se ligando a alguém com determinado alinhamento. São semi-inteligentes e bastante tímidos. São criaturas místicas, bastante mais rápidas que os grifos.


Encontramos um local para passar a noite.


Nas proximidades existem rastos de cabras, muitos dejetos e a vegetação está completamente rapada.


17 outubro


De manhã a chuva persiste, acompanhada por trovoada.


Continuamos a explorar a área. O Bran vê um ogre, com uma grande moca, arrastando uma cabra e entrando numa gruta.


Numa outra caverna, o Van Revils localiza um possível complexo de túneis, onde poderão viver goblins ou kobolds. São criaturas notívagas e vivem em grandes comunidades.


Durante a tarde, numa escarpa, o Bran deteta uma estrutura de porta, que não é de origem natural. Restos de ossos e peles estão espalhados pelo exterior da abertura.


O Jack, de forma furtiva, perscruta o interior da abertura, mas nada deteta de relevante. Está escuro e cheira a urina, coisas igualmente desagradáveis e humidade.


O Van Revils diz tratar-se de algo construído por anões. Parece um posto avançado da cidadela. O interior é amplo.


De tocha em riste, entramos. Existem ruínas de estruturas defensivas no interior. Ao redor existem três passagens para câmaras mais pequenas. No fundo desta câmara existe uma espécie de tarimba. Existem pegadas de ogres, uns quatro.


Pernoitamos numa das câmaras mais pequenas.


Na segunda vigia, ouvimos passadas estranhas, na câmara principal.


A cabeça do pégaso branco surge na entrada da pequena câmara, resfolegando e batendo com os cacos no chão, olhando para nós com curiosidade. Damos sinais de não agressão e por fim, o pégaso sai para o exterior.


O Bran segue-a, segurando somente uma tocha e diz-lhe:

  • Não queremos fazer-lhe mal.

O pégaso acena com a cabeça para os ossos e peles enquanto um relâmpago ilumina a área, permitindo ver uma quantidade de pequenas criaturas a esconderem-se na escuridão. Por fim, estende as asas e levanta voo.


Bran apressa-se a regressar ao interior, informando que estão prestes a serem atacados. Barricamo-nos nas estruturas defensivas da câmara principal. uma cabeça de cão surge na ombreira e diz:

  • Humanos… Estão nas terras dos mercadores de ferro. Têm de partir.

  • Partimos amanhã de manhã.

  • Se voltarmos a encontrar, depois de fogo de luz desaparecer, não haver misericórdia.

De seguida, sai.


18 outubro


Chuva persiste. Exploramos as câmaras. Existe um espaço por trás da câmara do meio. Todos procuram e o Bran deteta algo que lhe desperta a atenção. Marcas no chão que correspondem a uma abertura. Seguindo-as com o olhar, uma protuberância na parede parece suspeita. Tocando-lhe, esta move-se. Ouve-se o som de rochas a roçarem e uma abertura surge na nossa frente. Um cheiro a mofo invade as nossas narinas.



 


Sessão #36 (LotFP)

 

Sessão #36 26/04/2025


Não conseguimos chegar ao local antes do anoitecer. Ouvem-se ruídos de forjas. Decidimos acampar afastados do trilho, num local mais abrigado, indicado pelo Hob.


Durante a noite, vemos que a estrutura no sopé das montanhas, se encontra iluminada, fazendo perceber que possui uma grande dimensão e envolta em muralhas.


10 outubro


Exploramos um pouco a zona, tentando apurar a natureza dos ocupantes do local.


Encontramos uma ponte sob o rio, sem amuradas e com um bastião na margem oposta, com movimento de humanóides.


Há uma área que já foi florestada mas todas as árvores foram cortadas.


Numa zona de montes, perto de uma formação rochosa, é detetada uma fissura, aparentemente feita por anões, pois está bem dissimulada. Esta via permite chegar a outra zona sem deteção por parte das movimentações.


Passamos o resto do dia a caçar, conseguindo cinco rações, as únicas que temos.


Durante a noite, Ithil apercebe-se que o ruído da queda d'água da estátua de pedra, cessa.


11 outubro


Decidimos voltar a caçar, usando o SLEEP nas cabras.


Tentamos direcionar as cabras numa determinada direção, com algum sucesso, apesar da chuva torrencial, trovões, que começam entretanto. Apanhamos nove cabras.


Depois de esfoladas e cortadas, conseguimos comida para duas semanas.


Voltamos à fissura, perto do final do dia.


Embrenhamo-nos na fissura e um pouco mais à frente, torna-se num túnel. Seguindo o túnel, encontramos uma curva à esquerda, seguida de uma curva à direita. No fundo há luz natural.



O túnel desemboca num vale, com algumas árvores, vegetação que cresce desordenada, rodeada por penhascos com doze metros de altura. No centro do vale existe um poço.


A chuva pára. Pernoitamos no vale, perto da entrada do túnel.


Durante a primeira vigia, a Rhian e o Van Revils ouvem vozes de ogre, que pareciam procurar uma carcaça. Diziam que não queriam alertar os homens da cidade, acabando por se afastar.


12 outubro


Exploramos o vale. O poço é quadrangular, possuindo um balde e uma estrutura em ferro para extrair água, mas sem corda.


Deixamos o vale e seguimos para as montanhas.


Depois da escalada para o topo dos penhascos, vemos um grande lago, junto à escultura da cabeça do anão.


Exploramos a área e ficamos perdidos, no meio das montanhas. Excetuando Ithil, todos sofremos dos males da montanha.


Pernoitamos num local, que não sendo o mais apropriado, permitiu o nosso descanso.


O Van Revils recorda uma história de anões, que construíram uma grande cidade na montanha, contudo escavaram demasiado e acordaram um dragão.


Durante a vigia, ouve-se um rosnar de algo grande. O Bran lança mais lenha para a fogueira e pega na sua arma. Vê-se um grande urso, com cerca de cinco metros de altura, apoiado nas patas traseiras. O Jack lança um pouco de carne, distraindo a fera, o tempo suficiente para a Rhian concluir um feitiço, adormecendo o bicho.


Não tendo a certeza de sermos capazes de aniquilar a besta, a Rhian faz o corpo dormente levitar. Empurramos o urso para junto da falésia. O corpo começa a subir, cada vez mais alto, até que subitamente, cai em velocidade máxima, até se estatelar estrondosamente no chão, morrendo.


Sessão #55 (LotFP)

  Sessão #55   14/03/2026 O regresso ao Outpost foi subitamente interrompido por um grito estridente que ecoou contra as par...