segunda-feira, 20 de abril de 2026

Sessão #57 (LotFP)

 

Sessão #57   11/04/2026


21 abril 924

Partimos do Outpost carregados com materiais alquímicos para equipar o laboratório. A viagem é lenta devido ao peso excessivo, especialmente para o Van Revils, que segue sobrecarregado com a sua armadura.

Ao chegarmos ao baixio do rio, detetamos na margem arenosa (lado da floresta) pegadas grandes e concentradas de uma criatura, que o Aelbrin identifica como sendo de um urso.

Chegamos ao Shrine de Rholmus ao anoitecer. Ao passar pela arcada mágica, as nossas roupas são limpas da lama do rio e ficamos refrescados com um aroma a rosas.


22 abril a 5 maio 924

Estabelecemo-nos no santuário para um período de descanso, estudo e trabalhos alquímicos.

Identificação de Itens:

  • Máscara de Bronze: Revela ser um item de grande poder. Concede imunidade total ao fogo (não apenas resistência). Contudo, tem uma natureza nefasta: tenta fundir-se com a pele do utilizador (alimentando-se dela) e emite sussurros sobrenaturais. Existe o risco real de quem a use perder a vontade própria para a máscara.
  • Rod of Office (Cetro do Juiz): Identificado como uma Maça Mágica. O portador atrai atenção de forma não natural (compulsão mágica). Uma vez por dia, permite dar um comando de uma única palavra (ex: "Ajoelha-te", "Morre", "Pára"). O alvo (até 30 pés) deve passar num teste contra magia ou obedecerá durante uma ronda.
  • Estudos e Produção
    • Rhian e Cadwyn dedicam-se ao estudo de magia.
    • Aelbrin produz 1 frasco de Holy Water.
    • Hob passa o tempo a pescar no rio, garantindo algumas provisões de peixe fumado.

6 maio 924

Partimos de regresso ao posto avançado sob uma chuva miúda. Perto do destino, vemos uma coluna de fumo vinda da direção do Outpost.


Ouvimos vozes grossas e articuladas atrás de grandes pedregulhos. Aelbrin e Rais-Manike esgueiram-se por uma ranhura e avistam três ogres (com cerca de 3 metros de altura) transportando sacos e arrastando uma mulher humana amarrada, com as roupas rasgadas.

O grupo tenta intercetar as criaturas com disparos à distância, no intuito de salvar a humana. No meio da escuridão e da confusão, um dos disparos acaba por atingir acidentalmente a mulher prisioneira. Os ogres riem-se e desaparecem no desfiladeiro em direção a Noroeste.


Chegamos ao Outpost durante a noite e encontramos um silêncio sepulcral. O cheiro a queimado é intenso. A paliçada exterior foi derrubada de fora para dentro e o ribeiro está seco.

Ao entrarmos, deparamo-nos com uma carnificina: cerca de 20 soldados foram pendurados em estacas, alguns desmembrados ou queimados vivos. Reconhecemos os rostos dos soldados que ali serviam.


As portas da mansão estão escancaradas. No interior, tudo foi saqueado e revirado. O cadeirão do Lorde está tombado, há papéis e tinta espalhados pelo chão, mas não há corpos. Não há sinal do Lorde Fredrick Warburton, do seu primo Ulrich, dos cães (Axe e Sword) ou da comitiva próxima (Kewolf e Miriam).


Ithil sente um arrepio e ouve uma voz em dialeto élfico de Valyndor. Uma figura translúcida e encapuzada aparece-lhe brevemente, avisando que não restou ninguém vivo e que os responsáveis seguiram para Oeste. A figura parece ser uma projeção controlada mágicamente à distância e desvanece-se após o aviso.

Pernoitamos nas antigas barracks, que ainda estão de pé apesar dos danos, suspeitando que a mulher levada pelos ogres possa ser a Miriam.


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