Sessão #33 01/03/2025
Na taberna ouvimos um rumor, proferido por um sujeito. Acabamos por lhe oferecer uma bebida, para apurarmos mais informação. O seu nome é Jack e acaba por se juntar ao grupo.
22 agosto
Temos uma conversa com o Edward, para perceber se pretende continuar connosco. A sua resposta é afirmativa, mas não quer ir na frente.
Decidimos explorar a zona onde fomos emboscados pelos oil beetles.
Contactamos um sujeito chamado Caleb com o objetivo de o contratar para carregar as tochas e iluminar o caminho. Este aceita.
Passamos o dia no outpost a abastecer e a recuperar.
23 agosto
Seguimos caminho até o rio, na zona da barragem. Prosseguimos ao longo do rio, passando por florestas e planícies.
Por fim, deparamo-nos com o dólmen, já conhecido.
É partilhado com Ithil o que aconteceu na nossa anterior visita.
Pernoitamos no dolmen.
Na segunda ronda das vigias, um rato passa pelo Bran, em fuga de uma cobra cascavel gigante.
Entramos em combate e matamos a cobra.
Descansamos um pouco mais para recuperar.
24 agosto
Decidimos tomar o tempo necessário para explorar toda a área. (Hex D2)
Perto do rio (1 milha) junto de colinas, vemos muitos buracos, cuja proximidade faz antever que podem ser o covil dos oil beatles.
No final do dia caí uma chuvada forte, mas ainda conseguimos detetar uma zona de arbustos altos, três metros.
O Hob aproxima-se silenciosamente e vê no meio do silvado, a ponta de uma seta com um pouco de madeira partida, à distância de um braço.
O Hob retira a ponta e deteta várias coisas no meio dos arbustos.
O Van Revils diz que parece ser uma ponta de orcs, mas a haste não.
Pernoitamos numa das depressões das colinas.
Na primeira vigia ouvimos ruído de várias criaturas, que poderão ser javalis, à distância.
25 agosto
Prosseguimos a exploração e a meio da área (hexágono), para lá do rio, apercebemo-nos de umas ruínas de uma cidade, de média dimensão.
Para lá da cidade, vemos um monte gigante, onde o Bran diz que construir uma fortaleza seria uma enorme vantagem estratégica.
O Van Revils diz que os pilares existentes no baixio poderão ter a sua origem nestas ruínas.
Exploramos a cidade.
As ruínas são labirínticas com a grande quantidade de escombros.
uma casa mais bem conservada, sem teto e portas
outra casa mais bem conservada, sem teto e portas
uma carcaça de um rato, do tamanho de um cão
uma parede intacta mas de aspeto frágil, com restos de pêlo, cujo animal terá derrubado parcialmente a muralha
Hob deteta pegadas de vários Dungeon Crawlers
a vinte metros ouvimos um growl de uma criatura grande
umas ruínas parecem ser um templo
dois escorpiões gigantes, ao longe, estão “ocupados”, o que está por baixo vê-nos mas não se move
Recuamos…
casa em ruínas onde sentimos que nos observam, mas não detectamos o que nos observa
estátua feminina parcial, caída
Do meio das ruínas sai um grupo de morcegos gigantes (6) a fugir de um escorpião, também gigante. Exceto a Ithil, todos são surpreendidos.
O escorpião ataca o Van Revils, o Hob e o Bran.
Todos falham os ataques e o escorpião volta à carga, tombando a Ithil e o Edward, este último falece.
A Rhian adormece o inimigo e cura a Ithil com uma berry.
Matamos o escorpião, com ataques concertados.
O Hob prova as poções e identifica:
poção laranja - detect invisibility
poção cinza - cure light wounds
O Bran bebe a poção cinza para neutralizar o veneno do escorpião.
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