domingo, 2 de março de 2025

Sessão #33 (LotFP)

 

Sessão #33   01/03/2025


Na taberna ouvimos um rumor, proferido por um sujeito. Acabamos por lhe oferecer uma bebida, para apurarmos mais informação. O seu nome é Jack e acaba por se juntar ao grupo.


22 agosto


Temos uma conversa com o Edward, para perceber se pretende continuar connosco. A sua resposta é afirmativa, mas não quer ir na frente.


Decidimos explorar a zona onde fomos emboscados pelos oil beetles.


Contactamos um sujeito chamado Caleb com o objetivo de o contratar para carregar as tochas e iluminar o caminho. Este aceita.


Passamos o dia no outpost a abastecer e a recuperar.


23 agosto


Seguimos caminho até o rio, na zona da barragem. Prosseguimos ao longo do rio, passando por florestas e planícies.


Por fim, deparamo-nos com o dólmen, já conhecido.


É partilhado com Ithil o que aconteceu na nossa anterior visita.


Pernoitamos no dolmen.


Na segunda ronda das vigias, um rato passa pelo Bran, em fuga de uma cobra cascavel gigante.


Entramos em combate e matamos a cobra.


Descansamos um pouco mais para recuperar.


24 agosto


Decidimos tomar o tempo necessário para explorar toda a área. (Hex D2)


Perto do rio (1 milha) junto de colinas, vemos muitos buracos, cuja proximidade faz antever que podem ser o covil dos oil beatles.


No final do dia caí uma chuvada forte, mas ainda conseguimos detetar uma zona de arbustos altos, três metros.


O Hob aproxima-se silenciosamente e vê no meio do silvado, a ponta de uma seta com um pouco de madeira partida, à distância de um braço.


O Hob retira a ponta e deteta várias coisas no meio dos arbustos.


O Van Revils diz que parece ser uma ponta de orcs, mas a haste não.


Pernoitamos numa das depressões das colinas.


Na primeira vigia ouvimos ruído de várias criaturas, que poderão ser javalis, à distância.


25 agosto


Prosseguimos a exploração e a meio da área (hexágono), para lá do rio, apercebemo-nos de umas ruínas de uma cidade, de média dimensão.


Para lá da cidade, vemos um monte gigante, onde o Bran diz que construir uma fortaleza seria uma enorme vantagem estratégica.


O Van Revils diz que os pilares existentes no baixio poderão ter a sua origem nestas ruínas.


Exploramos a cidade.


As ruínas são labirínticas com a grande quantidade de escombros.

  • uma casa mais bem conservada, sem teto e portas

  • outra casa mais bem conservada, sem teto e portas

  • uma carcaça de um rato, do tamanho de um cão

  • uma parede intacta mas de aspeto frágil, com restos de pêlo, cujo animal terá derrubado parcialmente a muralha

  • Hob deteta pegadas de vários Dungeon Crawlers

  • a vinte metros ouvimos um growl de uma criatura grande

  • umas ruínas parecem ser um templo

  • dois escorpiões gigantes, ao longe, estão “ocupados”, o que está por baixo vê-nos mas não se move


Recuamos…


  • casa em ruínas onde sentimos que nos observam, mas não detectamos o que nos observa

  • estátua feminina parcial, caída


Do meio das ruínas sai um grupo de morcegos gigantes (6) a fugir de um escorpião, também gigante. Exceto a Ithil, todos são surpreendidos.


O escorpião ataca o Van Revils, o Hob e o Bran.


Todos falham os ataques e o escorpião volta à carga, tombando a Ithil e o Edward, este último falece.


A Rhian adormece o inimigo e cura a Ithil com uma berry.


Matamos o escorpião, com ataques concertados.


O Hob prova as poções e identifica:

  • poção laranja - detect invisibility

  • poção cinza - cure light wounds


O Bran bebe a poção cinza para neutralizar o veneno do escorpião.


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