Sessão #27 07/12/2024
Tentamos entrar pela entrada principal do templo, mas sem sucesso. Acabamos por usar a entrada alternativa, arrombando a porta. Eric é sepultado no túmulo principal com honrarias. Bran diz:
“Até já, irmão. Guarda espaço aí para mim.”.
Flashback:
Hob nota que o Redwing tinha cicatrizes antigas e Bran observa que o grifo mostrava sinais de usar sela e arreios recentemente e com regularidade.
8 agosto
Deixamos o Shrine com destino ao outpost, com o objetivo de reabastecer.
O dia está quente.
Durante o percurso, na zona dos montes, encontramos marcas, que indicam tratar-se de um local de passagem frequente de carroças e pessoas, notando mesmo o Hob, que parecem as botas dos homens selvagens. Serão cerca de sete homens.
À chegada ao outpost vemos que já está completamente fechado, sendo necessário pedir permissão para entrar. O número de tendas diminuiu, uma vez que começaram a mudar para as longhouses já construídas.
A brewery já está a funcionar e o Bran e o Van Rebils vão malhar uns canecos.
A tenda da Rhian ainda está no local, albergando as três mulheres, Lily Daisy e Rose. Em conversa, a Rhian apura que houve uma briga entre um soldado do Lord e um do Barão, em que um ficou inconsciente e o outro sem um dente. Além disso, fica a saber que o outro grupo, com os elfos e a Miriam, regressou no dia anterior e foi falar diretamente com o Lord.
Abasteceram-se e preparam-se para sair.
A Rhian vê uma cara familiar e reconhece Algar, um fighter e referem em conversa de circunstância, “Então? Andas à procura de mais maldições?”. Rhian convida Algar a juntar-se ao grupo, pensando em apoiar a sua ingressão.
Passa a noite sem nada a assinalar.
9 agosto dia de verão
Vamos falar com o Lord, que nos recebe mais ao final do dia, já com o novo membro, Algar.
O Lord está acompanhado pelo sargento Doyle, que conversava com o Bran e o Ulrich.
Bran presta atenção quando o Redwing é mencionado
O Lord paga-nos e decidimos tratar dos babuínos das rochas.
10 agosto
Antes de partir, adquirimos mais alguns mantimentos.
Durante o percurso, ouvimos ruídos à nossa esquerda, semelhantes a um grande felino, a vinte metros.
De imediato nos preparamos para combater. Surgem dois leões da montanha, um deles a sangrar em abundância. Os leões ignoram-nos, pois estão a fugir de um lobo gigante, que aparece em perseguição. De um salto, ataca um leão, matando-o. Quando a comoção cessa, o Algar verifica o que vê no horizonte de onde o lobo veio. Avista a trezentos metros, um grupo de doze figuras alaranjadas, uma delas montada num lobo gigante. Aproveitamos a distração para passarmos despercebidos.
Chegamos ao covil dos babuínos das rochas.
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